Showing posts with label [metal]. Show all posts
Showing posts with label [metal]. Show all posts

Thursday, April 15, 2010

//Type O Negative// ::Love You to Death::





A confirmar-se a morte de Peter Steele (os rumores são cada vez mais fortes e a confirmação é já avançada por várias fontes) fica aqui uma das melhores criações dos Type O Negative, do fantástico October Rust, álbum que me deu a conhecer a banda e que me fez segui-los desde 1996.

Para muitos fãs, como eu, fica a garantia de reconhecimento ao Peter e aos Type O Negative, uma das melhores bandas de metal melódico. Love You to Death.

Wednesday, September 16, 2009

//theGathering// ::All You Are::





Depois de um dia longo de trabalho, já a noite ia alta, a minha companhia no carro da viagem de volta a casa foi esta música. Mal ouço os primeiros acordes, esboço um sorriso. É sempre bom ter a companhia das músicas dos theGathering. Esta faz parte do novo West Pole, sem Anneke , mas com Silje, que também tem muita piada. Gosto destas novas músicas. Esta música acompanhou-me e foi o melhor momento do dia.

Sunday, August 30, 2009

//theGathering// ::In Power We Entrust The Love Advocated::





Desde que criei este blog que guardo um lugar de destaque e respeito para esta banda holandesa, os theGathering. Ainda não falei dela até agora porque o peso da banda em mim é demasiado grande, e quaisquer palavras transcritas para aqui não conseguirão definir nem dar a importância que esta banda merece e que tem na minha vida. Os álbuns da década de 90 pela voz da ex-vocalista Anneke contam-me definitivamente em músicas. Arrepiam-me directamente na alma.

Esta banda holandesa existe já desde o início da década de 90, mas foi com a entrada de Anneke van Giersbergen em 1994 e a assinatura pela Century Media que o seu som ficou mais coeso e interessante, melódico e melancólico, tendo desde então lançado trabalhos de grande qualidade e que influenciaram a cena gotico-metaleira no feminino. O som deles vai desde o Progessive Metal ou Death Metal, nos anos iniciais, passando pelo Gothic Metal de Anneke até ao actual Trip Rock e Alternative Rock.

Anneke <3 é para mim a melhor voz feminina de sempre no metal, sai da banda em 2007, para seguir caminhos próprios com o projecto Agua de Annique. Quando eu soube da notícia, não pude deixar de sentir alguma pena e tristeza, já que de certa forma parte de mim terminava. Continuo no entanto a segui-los, não tendo defraudado as minhas expectativas (ao contrário de Theatre of Tragedy ou Nightwish, que com a troca de vocalista perderam quanto a mim muito da identidade e qualidade que tinham até então), já que este ano lançaram The West Pole, um álbum também muito bom e interessante, sendo o primeiro com a nova vocalista, e onde a banda mantém o mesmo tipo de registo vocal de Anneke, já que as semelhanças são muitas.


Não é fácil destacar uma música dos theGathering. Não vou destacar nenhuma música das que me causam sérios estragos (os álbuns Mandylion, Nighttime Birds e How to measure a planet? são para mim autênticas bombas nucleares), mas sim esta excelente cover de In Power We Entrust The Love Advocated dos Dead Can Dance (<3), que a banda lançou na edição especial de Nighttime Birds, em 2007.

Ouçam e deixem-se envolver por esta voz divinal.


quando os theGathering páram no leitor, sento-me, fecho os olhos e contemplo... raramente saem facilmente de mim. e sou eu assim, em músicas...

Monday, June 29, 2009

//My Dying Bride// ::For You::





E fecha-se então o triângulo dos sentidos: tacto, visão e audição. Estes três nomes, Anathema, Katatonia e My Dying Bride tiveram outrora em mim, muita carga. Ainda hoje têm um pouco. Hoje ouço-os pelo passado, ouço-os no passado. Não fico lá, não me prende, mas visito-o, com saudade, da entrega, da dedicação, genuíno e simples.

Cover me with you
Over me under you
Pull me into you
As one we lay entwined

//Anathema// ::Don't Look Too Far::





Porque por vezes não adianta tentarmos ver além do que conseguimos ver. Vale sim, e sempre, sentir.

A freelance child
You bring it all back
This world is eating me inside

Don't look too far

And I want to learn to fly
Bring the pain right back again
Is this all there is of me

//Katatonia// ::My Twin::





Porque todos nós temos um alguém a quem chamamos gémeo. Porque esse alguém nos dá o que mais ninguém consegue dar. Porque nos é importamte e mais que nós.

I think of love
I let it pass
It feels like fire
But it won't last

Friday, June 5, 2009

//Tiamat// ::Vote for Love::





It's about time we all get out and vote for love


Esta música transmite-me muito boa energia, e dá-me muito em que pensar... Pensar em dar ouvidos ao meu interior, ao coração e não à razão, de ser genuíno e não calculista, de ser quente e não frio, de ser amável e não distante, de ser eu e não eu...

Saturday, May 23, 2009

//Arcturus// ::Alone::





Tenho nos últimos tempos andado a remexer nos meus baús músicais, os locais onde guardo a música que ouvi em tempos. Sabe bem recordar outros sons diferentes dos que ouço agora, mas que outrora eram presenças assíduas no leitor. Um desses sons é o black metal. Sim, já ouvi bastante o tão mal amado som anticristo, não que me identificasse com o tema ou as letras, mas mais com o som extremo, speedado das guitarras e jogos de bateria, as vozes rasgadas, e também algum do misticismo, sim. 

Foram vários as bandas que ouvi durante a década de 90 (nesta década, o género já não faz parte do leitor), mas tenho de destacar uma, pelo fantástico álbum que lançou em 1997. A banda são os noruegueses Arcturus (Noruega) e o álbum é o La Masquerade Infernale. Quando saiu, deixou toda a gente que seguia o género maluquinha. O álbum era completamente diferente do que se fazia na altura no black metal, destacando-se principalmente a voz limpa e as músicas desconstruídas. Todo o álbum é 5 estrelas, mas deixo aqui a música Alone, que é a mais pesada do álbum, e que tem como letra um poema de Edgar Allan Poe. Ouvir este álbum ainda hoje me deixa meio alienado.

From childhood's hour I have not been
As others were - I have not seen
As others saw - I could not bring
My passions from a common spring
From the same source I have not taken
My sorrow; I could not awaken
My heart to joy at the same tone;
And all I lov'd, I lov'd alone
Then - in my childhood - in the dawn
Of a most stormy life - was drawn
From ev'ry depth of good and ill
The mystery which binds me still:
From the torrent, or the fountain,
From the red cliff of the mountain
From the sun that 'round me roll'd
In it's autumn tint of gold -
From the lighting in the sky
As it pass'd me flying by -
From the thunder and the storm,
And the cloud that look the form
(When the rest of Heaven was blue)
Of a demon in my view.

Monday, May 18, 2009

//My Dying Bride// ::The Cry Of Mankind::





Nunca mais fui o mesmo depois de sentir esta música. Falo de The Cry Of Mankind, do álbum The Angel and the Dark River dos ingleses My Dying Bride. Fantástico álbum. Esta música tem muita, muita carga, e muita história. É-me de todo impossível ficar-lhe indiferente, sempre que a ouço... Sempre que o faço, parece que renasço, para o infinito de mim, e fora de mim. Absorvo o que de mim há de mais profundo e contemplo o que sinto. Eterno, sempre, desde mim para mim.

Os My Dying Bride foram ao longo da sua carreira mudando o seu som, mas destaca-se o uso de violino em alguns álbuns, como é o caso deste The Angel and the Dark River. Mas excelente excelente é a cover deles de Roads, dos Portishead.

{discos no leitor} Tiamat :: A Deeper Kind of Slumber::


A minha história por detrás deste álbum é interessante. A primeira vez que ouvi algo dele foi no famoso HyperTensão da Ant3na, com o António Freitas. Era uma da manhã quando, de repente, ouço no programa uns sons... Lembravam-me Pink Floyd. A música era A Deeper Kind Of Slumber. Estávamos em 1997. Gostei desta primeira vez que ouvi a música. Foi depois, realmente, a deeper kind of slumber. A partir daí, queria a todo o custo ouvir mais daquele álbum, também chamado A Deeper Kind Of Slumber, e daquela banda, uns tais de Tiamat, uma banda de metal (?) sueca. Essa foi então a primeira música dos Tiamat que ouvi, e saber que era uma banda de metal era uma surpresa para mim, já que esta música tem tudo menos metal.

Bem, procurei então o álbum que o encontrei à venda por cá, na versão digipack. Ouvi-o e ouvi-o e a coisa ao fim de algum tempo já não me parecia tão interessante... Achava eu... Tentei vender o álbum, na tal versão rara digipack. Consultei os meus colegas de género, ofereci trocas, enfim, tentei algumas abordagens, mas ninguém o quis. Também não achavam grande espingarda... Ficou então encostado, guardado na minha discoteca. Hoje, dou graças por não ter conseguido desfazer dele. Finalmente considero-o um dos melhores álbuns de metal da década de 90.

A Deeper Kind of Slumber não é um álbum fácil. Uma mistura complexa de metal, com uma forte componente electrónica, obscuridade quanto baste, especialmente nas letras e é bastante atmosferico, o que joga bastante a seu favor. Hoje ouço-o com alguma vaidade, vaidade de saber gostar deste álbum, do início ao fim. Vaidade de saber que ele me diz tanto, me acompanhou tanto. São várias as boas músicas, para mim. Destaco a música que dá nome ao álbum, e que fica aqui o vídeo, mas a melhor para mim, claro, é a faixa 8, Only In My Tears It Lasts... Este álbum segue a linha do anterior, Wildhoney, de 1994 e que catapultou a banda para o sucesso, notando-se já a orientação da banda para esferas mais atmosféricas. Depois de A Deeper Kind of Slumber lançam o Skeleton Skeletron, este sim, uma desilusão...

Aqui fica a música A Deeper Kind of Slumber. Ouçam-na de olhos fechados...




How I wish that you were here
Before all flowers disappeared

Friday, May 15, 2009

//Moonspell// ::Herr Spiegelmann::





Depois de ter colocado o post anterior lembrei-me automaticamente da música Herr Spiegelmann, uma das minhas músicas preferidas dos Moonspell, e inspirada no meu livro preferido: Das Parfum - Die Geschichte eines Mörders. Livro fantástico esse. Memórias, tantas.

"Everyone considered the man in the blue jacket
As the most beautiful being they have ever seen:
Nuns saw on him the Messiah in flesh;
Satan's adores the lustrous Prince of Darkness;
Philosophers the Supreme Being;
Young females an enchanted prince;
Men an ideal reflection of themselves."
(Patrick Süskind: The Perfume ("Story Of An Assassin")

//Moonspell// ::Opium::





Olhem o que eu encontrei por acaso nos meus baús... Saudades... Fizeram parte da minha história, hoje já não os ouço, mas tocar estas músicas novamente dá-me arrepios do que me transportou e ainda me transporta. É boa, a sensação.

Thursday, April 30, 2009

//Anathema// :: Parisienne Moonlight::





Soube hoje que a banda inglesa Anathema nos visitam em duas datas, uma em Lisboa @ Incrivel Almadense a 5 de Maio e outra no Porto @ Teatro Sá da Bandeira, a 6 de Maio. Não vou estar presente em nenhuma das datas, para muuuuuuita pena minha, já que sempre que ouço falar desta banda tremo todo (como foi hoje o caso, quando me disseram que vinha cá).

Esta banda atingiu-me na minha essência, como poucas conseguem fazer. Álbuns como Eternity, Alternative 4 e Judgement definem-me, definem uma altura da minha vida que existe, existiu e persiste. Sou aquelas músicas, aquele sentimento, aquela paisagem, aqueles sons... Ouvir Anathema não pode ser o mesmo que sentir o sentimento das suas músicas. Simples, e mágico. Transportam-me para outro ser, outras sensações, outras vivências, minhas, mas também estranhas. Rejeito-as ou abraço-as, numa luta sem fim, indefinido. Realizo agora que esta banda guardo-a bem, e fechada, evitando ouvi-la, e sei porquê! O peso é enorme, a angústia alguma, a melancolia muita. O tempo pára, e devolve o que tirou, em pensamentos e memórias. Magoa. É mágico.

É difícil escolher uma música para destacar esta banda, mas Parisienne Moonlight aparece naturalmente, e é a música que me recordo automaticamente ao recordar a banda. Sempre. E mágico. É por isto que sinto a música como um todo, como nada comparado. Sinto-a como se de ar se tratasse, para sobreviver, para viver. Mágico.

Ao destacar esta música não posso deixar de colocar aqui uma versão fantástica do Danny Cavanagh com a Anneke van Giersbergen. Se isto não é belo, não sei o que será.





Vi-o cá há pouco tempo. Foi um concerto intimista, a solo, e delicioso.

...this feeling drives me to tears...

Friday, April 24, 2009

//Lacuna Coil// ::Enjoy the Silence::





Mas também há guitarras nos DM por outros. Esta versão é fantástica! Cover feita pelos italianos Lacuna Coil (<3 Cristina Scabbia)

Sunday, April 19, 2009

//Paramore// ::Decode::





Esta música ficou-me no ouvido da primeira vez que a ouvi. A primeira coisa que me veio à cabela foi Lacuna Coil. É diferente, é certo, mas notei algumas semelhanças. A música é Decode, dos americanos Paramore, e faz parte da BSO do filme Twilight.

Quanto ao vídeo, que foi o meu primeiro contacto com a música, gosto da envolvência florestal, a lembrar os velhos vídeos de metaleiros nórdicos e também o fantástico Blair Witch.

Já não acho tanto que à música lhe falta qualquer coisa. Foi com essa impressão que fiquei sempre que a ouvia das primeiras vezes, mas já me devo ter habituado que falta mesmo qualquer coisa. Fez um click parcial.

Mas! Aquilo que me chamou mesmo à atenção de início foi... a cor de cabelo da vocalista!! É, eu me confesso, tenho uma thing por redheads cof cof cof... Na música, sempre que me lembro de ruivas, é inevitável não pensar em Sonja Kraushofer, dos austríacos L'Âme Immortelle...