Sunday, September 6, 2009

//David Guetta feat Kelly Rowland// :: When Love Take Over::





Devagarinho, single após single, cada vez me vou rendendo mais a... David Guetta... Distraído, ia curtindo aqui e ali algumas músicas de dança da moda... Depois, mais curioso, fui coleccionado o nome dos DJs responsáveis e ia reparando que era sempre o mesmo... Pois, parece então que desses DJs da moda e bué de comerciais, David Guetta é o que eu mais aprecio. Há qualquer coisa nas músicas dele. Gosto delas. A última é esta, When Love Take Over, onde a ex-Destiny's Child Kelly Rowland empresa a voz :) Digam lá se não apetece dançar e dançar e dançar e dançar... Mais um hino ao amor! ;)

//Airscape and JES// ::My Love::





(sinto arrepios... JES assalta-me como poucos nomes na música o fazem)


o som ideal para um fim de tarde na companhia certa...

//Chewy Chocolate Cookies// ::Apocalypse::





Não sei o que é melhor, se a música ou o video... cof cof cof... Malha electro para partir tudo!

Saturday, September 5, 2009

//Madonna// ::Celebration (Benny Benassi Remix Edit)::





Finalmente Madonna está de volta e com uma música de jeito. Depois do fracasso que foi Hard Candy, a Diva volta no final deste mês com mais um álgum (o terceiro) de greatest hits, Celebration. Para aguçar o desejo anda por aí a rodar uma roupagem nova para a música Celebration, editada pelo italiano Benny Benassi. Bem, e a ver pela tracklist, este álbum vai vender que nem pãezinhos quentes!

Confesso que esta música me assaltou! Adoro-a! Com um som destes, já posso voltar a gostar dela :p

Friday, September 4, 2009

//The Girls Can Hear Us!// ::All I Know::





Estou a adorar descobrir projectos actuais que revivem o som exclusivo de dança dos anos 80. Projectos como Tesla Boy, Electric Youth, College, The Outrunners, Maethelvin, Anoraak, Russ Chines, Futur ou Minitel Rose partilham a mesma linha de dança da música minimalista e computer synth tão estilosa dos anos 80. Recentemente descobri The Girls Can Hear Us!, com a música All I Know e com um video excelente com imagens do filme do TRON! Deixo-a aqui para deleite vosso (para meu é de certeza!)

Thursday, September 3, 2009

{discos no leitor} Hell - Teufelswerk





Isto de chegar de férias após um mês completamente out tem as suas desvantagens. Voltar ao mundo civilizado e estar completamente desactualizado no que se faz na música não é uma sensação boa para um melómano como eu. Há que recuperar o tempo perdido! Felizmente as férias estenderam-se mais um pouco, o que dá para ouvir isto ou aquilo novo.

Bem, é ele chegado então de férias e vai directo à loja de música da moda aqui da zona... Entre um CD e outro e ainda outro, há um que se destaca pela capa e pelo nome do senhor: HELL... Pois, esse Senhor Techno, tão influente na cena Techno e Electroclash, master da label International DeeJay Gigolo, que representa nomes que nunca ninguém ouviu como Fischerspooner, Miss Kittin & The Hacker ou Zombie Nation. O álbum em questão é o último, de nome Teufelswerk e a capa faz lembrar imediatamente a capa de Robots dos também alemães Kraftwerk. Aliás, foi esta semelhança visual que me fez pegar logo no CD. Lá dentro, mais semelhanças com robots, com Hell numa postura mecânica. Ainda mais dentro, propriamente nas músicas, as semelhanças com Kraftwerk não mais do que muitas, mas já lá vamos.

O álbum é composto por dois CDs, separados por Night e Day. Pessoalmente acho que em Night estão as melhores faixas do álbum. Ah, e as faixas, muitas delas, são longas, para cima de 8 minutos, o que demonstra que este produtor não tem medo de arriscar em músicas de dança longas e o seu à vontade na cena electrónica de vanguarda. E eu que adoro músicas longas! ;)

Destacando algumas faixas, primeiro de Night:
* U Can Dance: Teufelswerk abre com esta faixa, que conta com a participação na voz de Bryan Ferry. Faixa de techno intensa, obrigatória em qualquer pista de dança de qualidade.

* Electronic Germany: depois de U Can Dance seguimos viagem até à Alemanha Electrónica. E é obvia aqui a presença dos electrónicos alemães Kraftwerk. Desde os teclados até à utilização do vocoder! Esta bem que podia ser uma música daqueles senhores ;) É esta música que destaco deste álbum, já que ando viciado nela! São 8 minutos de pura curtição!

* The DJ: mas a viagem cai logo a fundo quando esta começa a rodar... Tem a participação especial do P. Diddy... Dispensável esta. A música é como que uma espécie de crítica a alguns tipos de DJs... Ah, e ficamos a saber que o Diddy sabe falar bué de inglês. Como ele diz, fuck it... Lá para o fim até que o techno melhora, mas não o suficiente. Quando esta está no leitor, passo imediatamente para...

* The Disaster: esta. É boa, mas quanto a mim demasiado minimalista. Há melhores como por exemplo a seguinte, outro ponto alto do Night.

* Badyfarm2: esta é mesmo ao meu estilo: Research / Genetic / Human / Cryonic, além de ter uma batida fantástica. Muito bom techno com boa dose de dub ;)

* Hellracer: A viagem ganha outro fôlego e velocidade com Hellracer. Faixa para ouvir não a menos do que 180Km/h e tão alto quanto possível para sentir as vibrações no peito. O sample faz-me lembrar obey 1.0 de SkinjoB (podem sacar aqui um set meu antigo, onde uso esta faixa). Muito boa malha esta!

* Wonderland: depois da viagem alucinante que vínhamos a fazer, abrandamos com Wonderland, onde Hell nos devolve minimalismos 8-bit, batidas techno e boa disposição.

* Friday, Saturday, Sunday: Night acaba com Friday, Saturday, Sunday, uma boa faixa para warm up para as noites de Friday, Saturday, Sunday ;)


Em Day, já não há faixas tão viciantes como em Night, mas mesmo assim destacam-se boas malhas.
* Germania: é das melhores, senão a melhor de Day... Começa de forma muito tímida, mas desenvolve, e de que maneira. Aqui Hell tem espaço para tudo, ao longo dos quase 10 minutos de som. Aqui Kraftwerk são substituídos por Jean Michel Jarre. Querem melhor? ;)

* The Angst: segue-se para The Angst, outra das melhores do álbum todo. Muito boa guitarra junto com house music, techno, e até algum IDM! Hell no seu melhor!

* Nightclubbing: faz lembrar algumas faixas dos anos 80. É boa esta, mas ainda me estou a habituar.

E é isto. Resumindo: foi uma boa compra impulsiva. O produtor tem um nome pesado, a capa chamou-me visualmente, e não me arrependo de o ter adquirido sem ouvir nada antes ;)

Wednesday, September 2, 2009

//Vangelis// ::Ask the Mountains::





Eu adoro a noite, as insónias, o deitar na cama e estar acompanhado pelos meus pensamentos. Muitas vezes é a única altura do dia em que, finalmente, estou comigo mesmo, e ouço alguns fantasmas e finalmente adormeço. Uma música que adorava ouvir ao deitar era esta Ask the Mountains, que faz parte do álbum Voices do grego Vangelis. Conta com a participação na voz de Stina Nordenstam, aqui num registo mais ethereal.

Ah, se esta música falasse!

//David Bowie// :Cat People (Putting Out Fire)::





E ainda banda sonoras... Cat People (Putting Out Fire) é, talvez, a melhor música da banda sonora do novo filme Inglourious Basterds, de Quentin Tarantino, que, diga-se de passagem, é fantástico. Só pela banda sonora, distingue-se logo que é um filme de Tarantino.

Interpretada por David Bowie e produzida pelo mestre Giorgio Moroder para o filme de culto Cat People de 1982, é utilizada em 2009 neste filme, aparecendo numa altura fantástica, o que dá ao filme uma energia acrescida.

Confesso que não conhecia a música, e ao ouvi-la no filme pareceu-me um estilo próximo dos Sisters of Mercy. A música é algo sombria, com toques da influência gótica da música do início da década de 80, mas afinal foi esta música que acabou por infuenciar esses Sisters of Mercy, com Eldrith a usar mais tarde um registo vocal próximo do utilizado aqui por Bowie enquanto acompanhado por coros femininos.

{discos no leitor} The Crow - Original Motion Picture Score





Outro dos meus interesses passa pelo cinema, sem bem que em menor intensidade que a música. Não sou muito fã de filmes muito comerciais, hollywoodescos, grandes blockbusters ou dispendiosas produções, mas por vezes a ida ao cinema vale a pena, se o filme me seduzir e se tiver uma temática do meu interesse.

Nos filmes, geralmente estou bastante atento à banda sonora. Quantos são os filmes que me fazem procurar e ter a BSO. Solaris é um exemplo que já aqui dei. Trainspotting é outro bom exemplo, mas há tantos outros! Recentemente limpei o pó a esta banda sonora: a banda sonora original do filme The Crow, de 1994, com Brandon Lee. Esta banda sonora não é a tão conhecida, a tal que tem The Cure ou Nine Inch Nails. Essa é boa, mas esta é mais envolvente.

The Crow - Original Motion Picture Score, composta por Graeme Revell (responsável por tantas outras bandas sonoras de filmes de culto), é uma banda sonora envolvente, onde são misturados sons tribais com ambientes melancólicos, e onde por vezes a guitarra gótica rasta a valer. Muito me acompanhou esta banda sonora! Para mim uma das melhores bandas sonoras de sempre.

Uma música que consigo destacar bem deste registo é Inferno, que começa com um riff poderoso e revoltado da guitarra, passa por um ambiente tribal insano e culmina num rock a lembrar Pink Floyd. Fica o video, com imagens do filme. Fantástica corrente gótica ;)

Tuesday, September 1, 2009

//Killing Joke// ::Love Like Blood::





Adoro música dos anos 80 (a boa música, claro ;) ). Adoro música gótica. E esta é, seguramente, uma das músicas góticas mais bonitas dos anos 80.

Sunday, August 30, 2009

//theGathering// ::In Power We Entrust The Love Advocated::





Desde que criei este blog que guardo um lugar de destaque e respeito para esta banda holandesa, os theGathering. Ainda não falei dela até agora porque o peso da banda em mim é demasiado grande, e quaisquer palavras transcritas para aqui não conseguirão definir nem dar a importância que esta banda merece e que tem na minha vida. Os álbuns da década de 90 pela voz da ex-vocalista Anneke contam-me definitivamente em músicas. Arrepiam-me directamente na alma.

Esta banda holandesa existe já desde o início da década de 90, mas foi com a entrada de Anneke van Giersbergen em 1994 e a assinatura pela Century Media que o seu som ficou mais coeso e interessante, melódico e melancólico, tendo desde então lançado trabalhos de grande qualidade e que influenciaram a cena gotico-metaleira no feminino. O som deles vai desde o Progessive Metal ou Death Metal, nos anos iniciais, passando pelo Gothic Metal de Anneke até ao actual Trip Rock e Alternative Rock.

Anneke <3 é para mim a melhor voz feminina de sempre no metal, sai da banda em 2007, para seguir caminhos próprios com o projecto Agua de Annique. Quando eu soube da notícia, não pude deixar de sentir alguma pena e tristeza, já que de certa forma parte de mim terminava. Continuo no entanto a segui-los, não tendo defraudado as minhas expectativas (ao contrário de Theatre of Tragedy ou Nightwish, que com a troca de vocalista perderam quanto a mim muito da identidade e qualidade que tinham até então), já que este ano lançaram The West Pole, um álbum também muito bom e interessante, sendo o primeiro com a nova vocalista, e onde a banda mantém o mesmo tipo de registo vocal de Anneke, já que as semelhanças são muitas.


Não é fácil destacar uma música dos theGathering. Não vou destacar nenhuma música das que me causam sérios estragos (os álbuns Mandylion, Nighttime Birds e How to measure a planet? são para mim autênticas bombas nucleares), mas sim esta excelente cover de In Power We Entrust The Love Advocated dos Dead Can Dance (<3), que a banda lançou na edição especial de Nighttime Birds, em 2007.

Ouçam e deixem-se envolver por esta voz divinal.


quando os theGathering páram no leitor, sento-me, fecho os olhos e contemplo... raramente saem facilmente de mim. e sou eu assim, em músicas...

//Mazzy Star// ::Fade Into You::





Há músicas que nos fazem sentir coisas inexplicáveis... Uma excelente recordação da boa música que se fez na década de 90.

Saturday, August 29, 2009

//Stendeck// ::It Must Be Heaven::




...um sopro de serenidade...

Wednesday, August 12, 2009

//Dunkelwerk// ::Bastard::





No mundo do cinema tenho um ou outro realizador que sigo com especial interesse. Um desses realizadores é Quentin Tarantino, e estou desejoso por ver no cinema o novíssimo filme Inglorious Basterds, com estreia prevista para dia 21 de Agosto. O filme conta com Brad Pitt no papel principal, na pele fria e calculista da personagem do tenente Aldo Raine, conta a história de uma divisão do exército aliado enviada para terreno inimigo nazi em plena 2ª Guerra, apenas com um objectivo: espalhar o terror por entre os nazis, devolvendo o terror da máquina nazi aos seus criadores da forma mais violenta possível. E ao estilo de Tarantino.

Imediatamente após saber deste filme e do seu título, associei logo a esta música, que para mim é uma das melhores do género Militar EBM. Dunkelwerk é um projecto one man solo alemão e que até à data lançou apenas um álbum, Troops, de 2005, bastante aclamado pela crítica. Está previsto para este ano o lançamento do segundo álbum. O nome Dunkelwerk causa, como outros nomes dentro da mesma cena musical, alguma polémica, já que as músicas incidem basicamente na guerra, na derrota, o nazismo e atrocidades da guerra.

Come on, come on you bastards
We want our troops back home.

//Lovers Love Haters// ::Poison::





Para quem, como eu, ficou fã das canadianas The Organ, este nome Lovers Love Haters não vai passar despercebido.

Mas antes sobre as The Organ: projecto canadiano que descobri em finais de 2005, e que se colou ao leitor. Entre vários singles e EPs, lançaram o seu único álbum Grab That Gun em 2004, registo que foi bastante aclamado pela crítica e que seduziu muito boa gente. O álbum deu espaço para mais, deixou bastante sede por matar, mas devido a discordâncias internas entre as meninas (muita gaija junta durante muito tempo já se sabe no que dá...), a banda, que adivinhava um futuro sonoro promissor, separa-se em 2006.

Das cinzas das The Organ, surge este ano Debora Cohen, ex-guitarriasta da banda, com o projecto Lovers Love Haters, com um EP com o mesmo nome. Aqui, Debora Cohen surge num papel mais proactivo, assumindo as funções de composição e voz, não se afastando muito do registo praticado por Katie Sketch, a voz por detrás das The Organ. Aliás, todo o EP está colado ao som The Organ, o que é bom por um lado, pois The Organ deixou uma grande marca a ser preenchida, mas por outro, com um novo nome a surgir, se troxesse algo de novo, também não era mau. Em geral, o EP está bom. Destaco esta Poison, a música que entrou mais no ouvido numa primeira audição ao EP.

Para ouvir mais, podem passar pelo sítio do costume do projecto ;) Para ler mais, podem clicar aqui.