Mas o leitor não toca só música sombria, também há (muito!) espaço para música mais solar ;) A última adição é o fantástico álbum de estreia dos Empire Of The Sun, duo australiano, que lançou no final de 2008 o álbum Walking On A Dream. Desse álbum, destaco a música que lhe dá nome, e que toca e toca no leitor. De certeza já ouviram numa rádio qualquer ;)
Friday, February 27, 2009
//Empire Of The Sun// :: Walking On A Dream::
Mas o leitor não toca só música sombria, também há (muito!) espaço para música mais solar ;) A última adição é o fantástico álbum de estreia dos Empire Of The Sun, duo australiano, que lançou no final de 2008 o álbum Walking On A Dream. Desse álbum, destaco a música que lhe dá nome, e que toca e toca no leitor. De certeza já ouviram numa rádio qualquer ;)
Labels: [electro], Empire Of The Sun
Thursday, February 26, 2009
//Soviet// ::Commute::
Estávamos em 2001. Anos de ouro do revivalismo musical dos anos 80, com um movimento a dar bastante que falar: o Electroclash. Artistas como Miss Kittin, The Hacker, Felix da Housecat, Chicks on Speed e claro, DJ Hell, eram obrigatórios nas pistas de dança mais exigentes. Foi um movimento fantástico, que acompanhei com muito prazer. De entre os vários projectos da cena, para mim destaco um: SOVIET. Apaixonei-me de imediato pelo primeiro álbum «We Are Eyes, We Are Builders», de 2001. Um som cleen e à lá anos 80, com muitos sintetizadores. Destacam-se várias músicas, como Candy Girl, Breakdown ou, e para mim a melhor, Commute, a música que deixo aqui.
Vejo agora pela página do MySpace que estão para lançar 3 álbum: «Spies In The House Of Love». Convido a sua audição :)
Monday, February 23, 2009
//XPQ-21// ::Barcelona::
Falar de XPQ-21 é sempre difícil. Projecto alemão, que desperta ódios ou paixões. No meu caso foi ambos, começando pelo ódio (bem, nem tanto), paixão, e mais actualmente, alguma indiferença. Catalogar o som dos XPQ-21 também é difícil. O som é... XPQ-21, mas se quisermos ser mais tradicionais pode-se dizer que está entre o industrial, o electro e o punk.
Já segui esta banda com mais intensidade, mais prazer. Fruto desses anos de consumo de XPQ-21, fiz recentemente cinco (5!!!) sets dedicados à banda, com as melhores músicas. É espreitar aqui ;)
O que mais gosto no som deste projecto é a sua originalidade (identifica-se logo o som XPQ-21), e as várias músicas instrumentais que criam fantásticas paisagens sonoras. Esta música que aqui deixo no leitor, Barcelona, do último álbum Alive é disso exemplo. Música fantástica (o vídeo também ;)), atmosférica, bastante clubista e cheia de charme, e que já me acompanhou em diversas situações! Não há hipótese de me farta dela ;)
Labels: [gothic], [industrial], XPQ-21
//This Morn' Omina// ::One Eyed Man::
Já faltava aqui no leitor algum "barulho", ou, e rotulando como deve ser, noise. Os This Morn' Omina, de origem belga, são, para mim, uma das melhores bandas do género tribal noise. Praticam um som coeso, e que se consegue ouvir bastante bem ;) Para que não conhece, pode sentir o gosto através da minha música preferida: One Eyed Man. Opiniões?
Labels: [industrial], This Morn' Omina
Sunday, February 22, 2009
//Michael Andrews// ::The Artifact and Living::
Ao contrário do que seria de esperar, a primeira vez que ouvi esta música (ou melhor, parte dela) foi num anúncio a um automóvel na TV. Lembro-me que, dessa primeira vez, e das seguintes, sempre que o via, ficava colado à TV a interiorizar esta melodia. Apaixonei-me de imediato pelo som melancólico do piano. Aos carros, nem vê-los. Só via e sentia a música, nos seus breves segundos. Ao ouvi-la ficava com a sensação de que esta música teria de ser maior que o próprio comercial. Mal sabia eu que fazia parte da banda sonora do filme de culto Donnie Darko, que já na altura fazia parte da minha colecção pessoal de DVDs, mas que ainda não tinha tido oportunidade de o ver. Mais tarde, quando finalmente vejo o filme, qual é a minha surpresa de voltar a ouvir o piano e esta música fantástica durante as imagens do filme. Aí tive a confirmação que a música era, de facto, maior que o tal anúncio de TV. E assenta no filme perfeitamente, já que é um filme intenso e algo perturbador. Aliás, a banda sonora do filme é excelente, para quem, como eu, adora a música dos anos 80, sendo que se deve destacar a fantástica versão Mad Word, música dos Tears for Fears, interpretada por Gary Jules e também Michael Andrews.
Labels: [ost], Michael Andrews
//VNV Nation// ::Standing::
Já há algum (ou melhor, bastante) tempo que não actualizo este meu canto musical. Entretanto, muita música rodou no meu leitor, vária de entre vários géneros. E de outra forma não podia ser, já que, em parte, a minha vida depende directamente da música. Não podia escolher melhor tema para reabrir "a pista" do meu leitor, que este tema dos VNV Nation, uma banda britância, ícone e com um peso esmagador dentro da cena Futurepop mundial. São gigantes, são das minhas bandas preferidas de sempre do género e foi com este tema que descobri um novo mundo sonoro, electrónico, algo sombrio e melancólico.
É um som diferente daqueles que fui colocando aqui. Opiniões? ;)
Labels: [industrial], VNV Nation
Monday, April 21, 2008
//Blonde Redhead// ::23::
Só descobri os Blonde Redhead recentemente, apesar deles já andarem a editar álbuns deste 1993. Desde o momento que os ouvi pela primeira vez notei algumas semelhanças com bandas como Cocteau Twins ou Pixies. Mais tarde, depois de alguma pesquisa, descobri que a label deles é a 4AD :)
Os Blonde Redhead são um trio dos EUA, compostos por Kazu Makino e os gémeos Simone e Amedeo Pace, tendo músicas em ingês, japonês, italiano e francês. Em 2007 lançaram o álbum de nome 23, bastante aclamado pela crítica. Deste destacam-se os temas SW, Publisher, Spring and By Summer Fall e o tema título do álbum, que deixo aqui o vídeo.
Labels: [indie], Blonde Redhead
Friday, April 18, 2008
{discos no leitor} Pink Floyd :: The Division Bell

Comprei o meu primeiro CD em 1994. O disco em causa é o The Division Bell, o último álbum de originais dos Pink Floyd. E foi o meu primeiro CD por várias razões. Na altura o CD foi muito anunciado na rádio (especialmente a RFM, que era a que eu ouvia), passavam muitas outras músicas dos Pink Floyd (como a Money e a Time) e eu comecei a gostar da banda. O meu irmão tinha o 2Vinil do The Delicate Sound of Thunder, e que eu comecei a ouvir com muita fome. O CD então saiu e lá fui comprá-lo. Lembro-me que foi em Oliveira de Azeméis, no pseudo/Shopping Raínha, e que custou 3.600$00 (carote!). Ainda sei estes detalhes precisamente porque foi o meu primeiro CD :) Desde essa altura que os Pink Floyd são a minha banda rock preferida. Ouvi-os em muitas alturas da minha vida, em momentos bons e em maus momentos também. Este não é o melhor álbum dos Pink Floyd, seguramente. Mas para mim é o melhor, porque ouvi-o bastante no tempo certo, ou seja, quando saiu, e aprendi a gostar de forma individual e pessoal cada uma das músicas.
Gosto de todas as músicas, mas a minha música preferida do The Division Bell é a Wearing the Inside Out, a música mais deprimente do disco. E é a minha música preferida do álbum desde sempre. Na altura desconhecia a minha "queda" para a música mais darkside, já gostava do género... pelo menos do que me chegava aos ouvidos e que era do mais ou menos do género :)
Esta música Wearing the Inside Out não é cantada pelo Gilmour, o vocalista da banda, depois do Syd Barret, mas sim pelo teclista Richard Wright. E é uma das duas músicas que nunca foi tocada ao vivo pela banda!
A capa é fantástica, o artwork também, e o CD tem na caixa um detalhe fantástico. Na caixa tem uma gravação em braile que diz "Pink Floyd". Nunca mais apanhei um CD com um detalhe deste género!
Na altura do lançamento a banda fez uma tour gigantesca, que passou por Portugal. Costumo dizer que tenho 3 concertos da minha vida: VNV Nation (que perdi descaradamente a oportunidade de os ver no HC/Gaia, já com bilhete e tudo mas também com 39,5 de febre na noite do espectáculo... a febre levou a melhor sobre o bilhete :( ), The Fields of the Nephilim e, claro, Pink Floyd. Este claro que é incomparável aos outros dois... Não os vi em 1994, mas tenho uma recordação: ganhei na RFM uma camisola do álbum :p (pergunta: qual o primeiro single do álbum? resposta: Keep Talking) Depois do Live8 veio a confirmação e a desilusão. A banda não se vai reunir nem realizar futuras tours (os anos pesam!). Resta-me ficar pelo 2DVD The Pulse! Ah, os concertos deste DVD já não é material novo para mim. Passou na RTP em 1994 ou 1995, e eu vi e revi, pois na altura gravei em VHS :p Até o "transferi" para uma K7 audio! Mas é um excelente documento! Ah outra vez! A CAIXA ESPECIAL Shine On (que fantástica peça de colecção)! Já estive com uma na mão, mas quando me decidi a comprar, e como é uma edição especial, já não havia/existe! Ninguém sabe/tem uma caixa para venda??
Aqui fica o vídeo de uma versão ao vivo da música Wearing the inside out.
Haveria muito a dizer sobre The Division Bell [2]
ps.: Foi com este CD que "acordei" para a música... para nunca mais "adormecer"!
Labels: ::discos no leitor::, [rock], Pink Floyd
Wednesday, April 16, 2008
//Ladytron// ::Playgirl::
Descobri os Ladytron em 2001, com o single Playgirl. Desde logo suspeitei que esta banda iria chegar longe, já que se podia ver através de Playgirl que o som que praticavam era coeso, retro, mas ao mesmo tempo actual, e inteligente. Durante algum tempo deixei de os seguir, mas fiquei sempre com o nome Ladytron debaixo de olho. Mais tarde reencontrei-os, já no álbum Light and Magic, e então decidi que nunca mais ia deixar de seguir esta banda. São fantásticos. A melhor banda synth/electro do momento!
Os Ladytron têm vindo a melhorar de disco para disco, e a olhos vistos! E agora não defraudaram com o lançamento do novo álbum Velocifero, onde se nota mais maturidade, som coeso, e com muitos bons temas! Aliás, costumo dizer que não consigo fazer uma selecção dos temas dos Ladytron, porque são todos bons! Do novo trabalho destaco Black Cat (que está disponível para download no site oficial da banda), Ghosts (o primeiro single) e Deep Blue.
A música para este post é no entanto de escolha fácil. Playgirl, foi a primeira música que ouvi deste quarteto de Liverpool/Sofia e que ficou para sempre.
Deixo também em escuta aquela que para mim é a melhor música do álbum.
boomp3.com
Friday, March 28, 2008
//The Dead 60s// ::Riot Radio::
Os Dead 60s já terminaram. Banda inglesa, que piscava o olho ao som dos The Clash, teve uma carreira curta, depois do lançamento de um bom álbum de estreia em 2005 e o último não tão bom no início de 2008. Fica aqui Riot Radio, talvez o melhor tema da banda (faz parte do álbum de estreia).
Labels: [indie], The Dead 60s
Tuesday, March 25, 2008
//Laibach// ::Tanz Mit Laibach::
Os Laibach são umas da maiores bandas de culto do género industruial. Controversos e conhecidos pelas suas covers (têm milhentas, a primeia que conheci foi God is God, dos Juno Reactor), a banda eslovaca visita mais uma vez Portugal, desta vez a linda cidade de Braga :), já no próximo dia 05 de Abril, apresentar o trabalho conceptual Volk. Já tenho bilhete :)

Mas a música que aqui deixo, é uma música "fácil" dos Laibach: Tanz Mit Laibach. E venham eles!
Eins, zwei, drei, vier
Bruederchen, komm tanz mit mir
Labels: [industrial], Laibach
//Shiny Toy Guns// ::Stripped::
Depeche Mode. Uma das melhores bandas electro/dark/(synth)pop de sempre. Mas não é sobre eles este post. Shiny Toy Guns, banda indie da moda, originária dos States, têm uma excelente cover da poderosa música Stripped dos Depeche Mode, que contribuiram para a colectânea Goth Electro Tribute to Depeche Mode. Para mim, a melhor dos Shiny Toy Guns. Ah, podem não conhecer esta música, mas de talvez conheçam Le Disco (lembram-se do anúncio da Motorola?) ou até You Are The One.
Labels: [indie], Shiny Toy Guns
//Jean Michel Jarre// ::Laser Harp part in Randez-Vous 2::
Sempre gostei de Jean Michel Jarre. Foi um dos meus ídolos dos anos 80, e que me levou a aprender órgão, já que adorava as músicas dele e tentava tocá-los nos teclados que me apareciam à frente. Tinha uma cassete VHS com um concerto gravado ao vivo do JMJ que deu na RTP e que eu adorava ver e ouvir, em especial esta música, tecnologicamente fantástica. O vídeo é desse concerto.
Labels: [80s], [synth], Jean Michel Jarre
No meu leitor
Ao longo dos anos foram vários os leitores de música que surgiram, desde o velhinho walkman ao agora tão banal MP3, do elitista minidisc ao indispensável telemóvel. Independentemente do tipo de leitor utilizado, são as músicas que lá tocam que realmente interessam. Neste blog, o meu leitor de música, pretendo colocar as músicas que de alguma forma, me ficam no ouvido e me dizem algo de especial.