Uma das melhores bandas do mundo, definitivamente... Para mim, são os Ladytron no lado do synthpop/electro e os The Editors do lado indie. É que não fazem uma só música que seja má!
Visitam amanhã o Campo Pequeno. E que espectáculo que deve ser. Já os vi ao vivo e foi um dos melhores concertos da minha vida. Que banda! ;)
São actualmente um dos meus guilty pleasures. Já os venho ouvindo, em segredo. Falos dos Kasabian, banda indie do Reino Unido. Renderam-me com West Ryder Pauper Lunatic Asylum, trabalho deste ano. Músicas como Vlad the Impaler, Underdog, Fire ou Where Did All the Love Go não devem ser ignoradas. Os Kasabian fazem músicas que lembram o antigo rock dos anos 70, o deserto norte americano, músicas simples e com um toque psicadélico ;) Destaco aqui Where Did All the Love Go?, porque os homens barbudos, feios e maus também não têm medo de mostrar o seu amor :p
Lembro-me muito bem da altura em que este álbum saiu. Falo de MCMXC a.D., o primeiro álbum do projecto Enigma, que apareceu em 1990. Lembro-me bem de ser uma coisa completamente nova na música que se fazia e que se ouvia. Discutia-o com familiares, com amigos. Terá sido, talvez, o primeiro disco que me tocou verdadeiramente, como música e como sentimento. Na altura era muito novo, ainda brincava com carrinhos e legos, mas fazia questão de manter o leitor de cassetes ao lado, com a cassete do MCMXC a.D. gravada do CD de uma prima mais velha.
Ainda hoje é um álbum que quando passa no leitor, gosto de o manter por algum tempo. É um dos discos da minha vida, e traz-me sempre algo de novo. Traz-me algo do passado até mim, mas também traz-me o presente.
Gosto de música conceptual. Gosto de álbuns conceptuais. E este é um excelente álbum conceptual. Gosto da envolvência religiosa, gótica, electrónica e sexual do álbum.
Mea culpa. Tantas vezes a sentimos... Uma das músicas mais fortes de MCMXC a.D.. Uma boa recordação.
O projecto Enigma lança neste final de ano a colectânea The Platinum Collection, só para fãs.
Continuo sem conseguir consumir a minha dose diária recomendável de música que gostaria, mas ainda assim me chegam sons que fazem-me parar tudo e ouvir, ouvir e sentir. A minha última descoberta foi The Horrors, através do segundo álbum de originais, de nome Primary Colors. E de facto, o álbum é bastante primário e minimalista, revisitando de forma excelente o género post-punk e shoegazer dos anos 80, mantendo no entanto o toque actual da electrónica aliada ao indie. Estou a adorar descobrir este Primary Colors. Confesso que não conheço o primeiro álbum, mas para quem, como eu, adora a época post-punk e goth rock vindas de terras de Sua Majestade, este é um álbum a ouvir muitas vezes. E sim, a banda é de Londres (duh!)...
Deixo aqui a sugestão da 3ª faixa do álbum que, apesar de ser boa, para mim não chega para destacar este álbum. Esta faixa é mais comercial, mais actual, mas faixas como Three Decades, Do You Remember, New Ice Age (Sex Pistols anyone?) e I Can't Control Myself fazem tremer qualquer amante post-punk ;).
Um álbum muito bom, de facto. Ouvindo Primary Colors lembramo-nos de nomes como Bauhaus, Joy Division, The Editors, The Stooges ou Sex Pistols. Um álbum obrigatório.
Tenho andado numa fase mais negra. Já devem ter reparado e também têm-mo dito. Concordo. Talvez seja deste início de inverno, que pede músicas mais escuras, ou talvez não. Talvez seja por ser assim, e tenha de ser assim. Confesso que também ando sem tempo para respirar e para me dedicar àquilo que tanto gosto e que não posso passar sem, a música. Estou desactualizado, ando a ouvir sons de outros tempos, ando a fugir do que se faz agora, ando em ontem, e a contar os minutos para amanhã. Mas basta! Agora é tempo de boa música, e música com cor. Nada melhor que revisitar Thunderbird, o novíssimo tema dos NY The Golden Filter, lançado oficialmente na passada segunda feira, e aqui com o vídeo oficial. É uma música repetente por aqui, mas é um grande som para voltar ;) Sejam bem-vind@s
Ah! Até que enfim! Custou mas já está! A música que não me conseguia lembrar nem por nada por aqui neste post, afinal é esta! ;) Adoro esta música.
Faz parte do álbum A Thousand Last Chances de 2004 dos suecos (afinal, são suecos ;S) Eskobar, e conta com a participação da cantora francesa Emma Daumas. Adoro a participação dela nesta música.
Hoje celebra-se a música (Bem, por aqui é hoje e sempre, na verdade). Hoje celebra-se a música portuguesa. O jornal Blitz, agora revista, que acompanhou tantos de nós ao longo da vida, e continua a acompanhar, sempre a dar-nos boa música, faz hoje 25 anos! E é o Blitz que nos dá os presentes, com a edição especial da revista, com destaque especial sobre a música portuguesa nos últimos 50 anos. Está a partir de hoje disponível nas bandas e eu já tenho o meu exemplar ;)
Hoje celebra-se a música portuguesa. E há muito boas razões para isso! Penso que estamos numa época em que, cada vez mais, a música portuguesa se faz com excelente qualidade, e cada vez há mais nomes com um som internacional. Um desses nomes são os Tiguana Bibles, que ouvi hoje pela primeira vez, e depois de uma breve pesquisa na net, constatei que são de Coimbra. Ora, ao ouvir esta música, nunca na vida suspeitava que seriam portugueses! Com Lost Words fazem-me lembrar nomes como Shivaree, Ville Vallo e Natalia Avelon com Summer Wine (onde as semelhanças são evidentes!) ou até Urge Overkill com Girl you'll be a woman soon, e lá longe uma Nancy Sinatra em Some Velvet Morning.
Este tipo de rock do sul da América do Norte arrepia-me! E nota-se no seu som grandes influências de rockabilly, ou não fizesse parte da banda Vitor Torpedo, um dos Tédio Boys. No carro, fiquei siderado ao ouvir a música. Tive que parar... Apaixonei-me logo e fiquei com sede para mais, muito mais. E esse mais pode ser ouvido e descarregado no site OptimusDiscos aqui. Aconselho vivamente o download e o abuso na sua audição! Para conhecer mais a banda, leiam aqui e cliquem aqui.
Mas a mim quem me tira os meus Fields Of the Nephilim tira-me tudo. O gótico não seria gótico sem este nome na música. Fico sempre arrebatado quando os ouço.
Sem dúvida, uma das minhas músicas favoritas dos The Sisters of Mercy. Faz parte do primeiro álbum, o First and Last and Always, de 1985, possivelmente o melhor registo da banda. Adoro a linha do baixo!
Com esta coisa do Halloween tenho andado a remexer na minha colecção de música gótica que tenho por aqui. São vários os CDs e sabe bem voltar a ouvir um estilo de música que me diz muito, e que senti muito intensamente noutros tempos. Conheço as músicas bastante bem, e gosto de ouvir músicas assim, que conheço bem e que me conhecem bem. Uma banda que não pode passar ao lado no género, e em especial no Gothic UK, são os Nosferatu. Com uma carreira musical desde 1988, os Nosferatu são uma das bandas mais respeitadas do género rock gótico, lançando autênticas pérolas do género, como Rise, Prince Of Darkness ou Lord Of The Flies. São uma das minhas bandas góticas preferidas. Fica aqui um dos melhores temas, Lucy is Red, do álbum de 1993 - Rise (para mim, o melhor álbum). Um tema ideal para a época ;)
Lucy is dressed in a long black hood A gaze that blinds and a pointed stick She talks about love like all the other songs Lucy is dressed in a pointed hat Black steel heels and a black skin bag She changes colours on off days When she moves
But no one tells Lucy When black turns to tears Yeah, no one tells Lucy What she needs to know
Lucy is red
Lucy doesn't speak to the other girls She twists and turns like a haunted man She's all alone and ugly and stupid and lost Lucy can't run and Lucy can't hide She gives it away and she doesn't know how She pouts and fucks and sucks And screams and kills
But no one tells Lucy when black turns to tears Yeah, no one tells Lucy What she needs to know
Lucy is red
She's falling away from herself Like she's falling away from The world that's so bright That it kills her